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Home >> Equipamentos >> Gasflux >> Aparelho Autoflux >> Aparelho Autoflux - M3
Aparelho Autoflux - M3
Código: 25
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É uma câmara de mistura, por borbulhação, entre o gás combustível, que a atravessa sob pressão, e um líquido altamente volátil (GASFLUX). O gás, enriquecido com os vapores deste líquido, gera uma chama característica de cor verde, com propriedades altamente decapantes e anti-oxidantes.


O AUTOFLUX é um aparelho modular, que opera com qualquer tipo de gás combustível.


Encontra-se disponível nas seguintes versões:
• M3 - capacidade 2,5 litros
• GM6 - capacidade 6,0 litros
• GM9 - capacidade 9,0 litros


PROCESSO DE SOLDAGEM POR FLUXO GASOSO

Este processo complementa um sistema de soldagem oxi-gás convencional e baseia-se na introdução de um fluxo gasoso no gás combustível, o qual proporciona uma chama de cor verde, de efeito altamente decapante e antioxidante.

Tem aplicação em solda-brasagem com latão, prata, foscoper, ligas de zinco e níquel, a temperaturas acima de 600 ºC.
Os fluxos possuem a propriedade de dissolver os óxidos aderidos às superfícies, bem como de evitar, durante o aquecimento, a síntese de novos óxidos que prejudicam a ligação dos metais, permitindo com isso uma solda ou brasagem limpa, uniforme e isenta de porosidades.

DESVANTAGENS DA APLICAÇÃO DO FLUXO CONVENCIONAL

• As dificuldades em se obter e manter, durante a soldagem, uma correta relação entre as quantidades de material de enchimento e de fluxo
• Não é possível a obtenção de uma boa relação entre as quantidades de gás, combustível utilizado e de fluxo
• A pressão da chama afasta, por vezes, o fluxo ainda não derretido do ponto a ser soldado. Tem-se desta forma, superfícies com falta de fluxo e, conseqüentemente, falta de proteção.
• Os fluxos convencionais não oferecem segurança de total fusão e de total separação do metal de deposição. Surge, portanto, o perigo de que partículas não fundidas ou solidificadas do fluxo permaneçam encapsuladas na solda. Os pontos de encapsulamento do fluxo passam muitas vezes despercebidos inicialmente, porém, tais partículas, que no início se mantinham coesas, passam a desprender-se no decorrer do tempo, formando imperfeições que podem comprometer relevantemente o conjunto fabricado.
• Para remoção da vitrificação resultante do uso excessivo de fluxo, são necessários um ou mais trabalhos de limpeza e acabamento mecânico.

FLUXO GASOSO

As dificuldades acima expostas conduziram a pesquisas voltadas à utilização de fluxos gasosos ou líquidos (aplicados por evaporação ou pulverização). Muitas experiências foram efetuadas neste sentido. O melhor resultado foi obtido com a evaporação de um fluxo líquido, altamente volátil, com posterior introdução do vapor na chama do maçarico.

INTRODUÇÃO DO FLUXO NA CHAMA

O aparelho projetado a fim de direcionar os vapores até a chama é, na realidade, uma câmara de trabalho, na qual o gás combustível! É borbulhado pelo fluxo líquido. Graças à volatilidade do líquido, o boro é arrastado com os vapores pelo gás combustível, fornecendo à chama um verde intenso, protetor e desoxidante. O aparelho é constituído de duas partes principais: o reservatório, dentro do qual ocorrerá a mistura entre o gás combustível e o fluxo líquido nele armazenado; e o cabeçote de distribuição, no qual três válvulas permitem obter desde uma chama sem fluxo (gás combustível não passa pelo líquido) até uma chama totalmente desoxidante. Portanto, para a solda tradicional, sem fluxo gasoso, não há necessidade de desacoplamento do sistema.

O PROCESSO

Geralmente, técnicas e princípios já existentes não são modificados pela utilização do fluxo gasoso. Não há um tipo especial de maçarico e o mesmo líquido é utilizado na solda-brasagem de qualquer metal, com exceção de ligas de metal leve.

É necessário, entretanto, atenção do soldador para os seguintes aspectos:
1.
A camada de óxidos funde-se antes, quando da utilização do fluxo gasoso. Desta forma, a peça de trabalho deve ser menos aquecida. E conveniente utilizar-se uma chama neutra e elevar a temperatura do conjunto apenas um pouco acima do ponto de fusão do material de deposição. Evita-se assim, o sobreaquecimento da peça.
2. No caso de duas superfícies sobrepostas, deve-se observar que dois tubos encaixados não permitem o contato da chama por entre eles. Torna-se, portanto, necessária antes do encaixe, a aplicação de uma mínima camada de fluxo pastoso. Obtém-se então a capilaridade necessária e uma solda perfeita, sem excessos de resíduos na parte externa e sem o aparecimento de porosidades.
3. Nos demais casos, não são necessários cuidados especiais. O metal de ligação fundido alastra-se homogeneamente por sobre qualquer tipo de superfície, quando é aplicada a chama protetora do processo de fluxo gasoso, proporcionando economia de vareta, gás combustível e tempo.

VANTAGENS DA APLICAÇÃO DO FLUXO GASOSO GASFLUX

• Menor aquecimento da peça de trabalho, devido à fusão mais rápida da camada de óxidos
• Aumento da resistência à tração e maior alongamento das ligas
• Economia da liga de depósito em até 40%
• Soldas limpas e sem porosidades
• Fácil visualização da região de solda
• Formação de película protetora anti-oxidante pós solda
A complementação de um sistema convencional com o processo por fluxo gasoso é simples e não exige modificações importantes, sendo constituída, basicamente, pela adição dos seguintes elementos:


Aparelho Autoflux e fluido Gasflux


Fabricado rigorosamente de acordo com a formulação e processo da Protechno S.A. Procedes Techniques Nouveaux - Courbevoie - France, o fluido Gasflux é um líquido incolor, translúcido e de aroma penetrante típico. Trata-se de uma solução em álcool metílico, de baixo ponto de ebulição, bem como taxa de volatilidade relativamente alta.
A composição química do fluído GASFLUX é:
• 50% por volume de azeótropo
• 50% por volume de álcool metílico
O azeótropo é formado por:
• 72% por volume de éster de borato trimetílico
• 28% por volume de álcool metílico
Dependendo da vazão e do tipo de gás combustível utilizado, os fluídos GASFLUX podem ser fornecidos em quatro concentrações principais, a saber:

- M1S: Acetileno - até 200 l/h (ourivesaria, jóias, automobilismo)
- M1: Acetileno - até 400 l/h (demais aplicações)
- M1W: Gases derivados de petróleo - 400-800 l/h
- M1Z: Gases derivados de petróleo - acima de 800 l/h

Cor: Incolor
Aspecto: Líquido límpido, transparente e de fluidez newtônica
Ph: 4-6

Características
M1S
M1
M1W
M1Z
Teor B2O2/peso
9,5 %
12,5 %
15,5 %
18,5 %
Tolerância
± 1,5 %
± 1,5 %
± 1,5 %
± 1,5 %
Teor B2O2/volume
8,0 %
11,0 %
14,0 %
17,0 %
Tolerância
± 1,0 %
± 1,0 %
± 1,0 %
± 1,0 %
Peso específico
0,84
0,85
0,86
0,87

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